Monday, July 18, 2016

The Last One With a PS - Coda

I'm seriously pondering the possibility of changing my blog's title to "This Art Form Deserves to Die!" What do you think?

Also, to know why, if you read French, read this.

The Last One With a PS

Below is the last elongated panel by Hugo Pratt on the cover of Misterix.


Héctor German Oesterheld (w), Hugo Pratt (a), Stefan Strocen (c), "La mina de los demonios" [the devils' mine], Misterix # 456, August 9, 1957.


By the way, I continue to read, on some French sites, that Hugo Pratt wrote this and that WITH Oesterheld. It's an improvement since the days when Oesterheld's name was completely forgotten, but get this people: Hugo Pratt didn't write a word in "Sgt. Kirk", "Ernie Pike" (except in one story, at the end of the run, that he did alone), or "Ticonderoga". Please, get your facts straight once and for all!... Enough already!...

À propos, je continue a lire, dans des sites français, que Hugo Pratt a écrit ceci et cela AVEC Oesterheld. Cést un progrès dès les jours où le nom d’Oesterheld était complètememt oublié, mais aprenez ceci s’il vous plaît: Hugo Pratt n’a pas écrit un mot de “Sgt. Kirk”, “Ernie Pike” (à l’exception d’une histoire qu’il a fait tout seul à la fin de la série), ou “Ticonderoga”. Verifiez les faits une fois pour toutes!... Ça suffit, non?..

Oh, and, another thing: the above image was never reprinted, as you see it above, since it was first published almost 60 years ago. This is indeed an amnesiac art form! On top of that the historiography of comics is full of false assumptions, like the one above, put into circulation by incompetent amateurish "historians" and adoring hagiographers. This art form deserves to die!...

Thursday, July 14, 2016

Geneviève - Coda

The guys down there at The Comics Journal did a great job to remember Geneviève:
starting with her own words and then going to a great obituary by Rob Clough to finish at a moving rememberance by Anders Nielsen.

You just look at that drawing below with a menacing cloud over her and the bright colors of her daughter's drawing mirroring her happy last moments with her. What really troubles me though is the empty word balloon. Maybe these are the words she will never be able to tell her as she grows up. It's sad beyond belief...

I hope that no one minds if I publish this great work of art here.


One last thing: I loved the words of Dylan Horrocks:
She introduce herself [at Angoulême] and gave me the most beutiful little book I'd seen in ages. [My wife] Terry and I hung out with her a bit that week and she treated us like co-conspirators, talking about the weirdness of Angoulême and her own feelings of disconfort. She was like a wild animal creeping around a zoo, looking in horror at the cages, afraid she might end up in one. Later, she sent me comics and records, and we saw her again when she came to New Zealand to play some gigs. I'm so glad we got to see her play. Her comics are among my favorite art of any kind, ever. Sometimes this world seems so cruel, and this is so awful and sad. But her art makes me fall in love with the world, with all its darkness and pain and beauty and love, and looking at it now is like a gift. She never went in the cage.

Sunday, July 10, 2016

Geneviève Castrée


I'm still in shock! Geneviève Elverum died three days ago! Her legacy in comics history is inversely proportional to the days she lived on earth!



Geneviève Castrée (Woelv), Gris, 2006.

Saturday, June 25, 2016

Bonecos


E, A Revista do Expresso, 18 de Junho de 2016.

Será possível um crítico ser tão cego que não vê o óbvio? A julgar pelos tristes textos de José Mário Silva na revista E do jornal Expresso, parece que sim (mas quem é o redactor-chefe borra-botas que deixa este senhor escrever sobre banda desenhada?). Leia-se o inenarrável texto e compare-se com a imagem: "os enquadramentos de Juan Cavia conseguem captar todas as subtilezas da expressão fisionómica dos soldados diante da brutalidade das situações de combate": só se for a subtileza de um martelo-pilão. Não penso ler a obra aqui em questão (Os Vampiros de Filipe Melo (a) e Juan Cavia (d), Tinta da China, 2016), mas não preciso de me sacrificar a esse ponto para ver as imagens que o jornal generosamente reproduz. A bonecagem que nos é mostrada é para ser levada a sério? Estamos perante um romance gráfico sobre a guerra colonial ou perante uma animação qualquer da Disney / Pixar? Sejamos sérios, por favor!...


Filipe Melo (a) e Juan Cavia (d), Os Vampiros, Tinta da China, 2016.

PS Depois de uma pesquisa na ficha técnica do Expresso está descoberto o borra-botas. Chama-se Jorge Araújo, para que conste. Ah e parece que agora falamos inglês: em vez de "redactor-chefe" (com ou sem desacordo ortográfico) dizemos "editor".

Friday, June 24, 2016

V de Vitória?

Como estou sem pachorra para estas coisas aqui fica o link para um post anónimo (helas!) com o qual concordo, embora com reservas.

Para que não restem dúvidas, aqui ficam as minhas discordâncias:

1) Não vejo a qualidade de V de Vingança em parte nenhuma. Para mim só é importante porque contém as ultimas páginas de Tony Weare (eu e David Lloyd somos ambos fãs incondicionais da série "Matt Marriott").

2) Se o número 1 me deixa dúvidas (mas, apesar de tudo, os nomes implicados merecem-me respeito), acho chocante que seja atribuído um mínimo de credibilidade a Fax de Sarajevo. Por favor! Joe Kubert transformou a guerra da Bósnia numa história do Sgt. Rock! E nem sequer se deu ao trabalho de investigar os uniformes. Se o problema era a guerra nos Balcãs, exigia-se Safe Area Gorazde de Joe Sacco, como é mais do que evidente.

De resto... nomes imprescindíveis? Os que o autor cita e Anke Feuchtenberger, Martin tom Dieck, Fabrice Neaud, Aristophane, Yoshiharu Tsuge, Chris Ware, Thierry van Hasselt, Olivier Deprez, Vincent Fortemps, Yvan Alagbé, Eric Lambé, Mat Brinkman, Federico del Barrio, Felipe H. Cava, e um longo etc...

Concordância absoluta: Debbie Drechsler!